O que Pensa que Vê?
Eu já devia estar habituado às luzes dos postes que brilhavam fora da janela.
Sabia que não eram olhos, a imaginação sempre prega peças.
Mas precisei deixar o meu quarto na manhã em que encontrei uma marca de mão impressa no lado de fora da janela.
No segundo andar.



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